Natal

Ao pé da árvore que ainda brilha,
um brinquedo displicentemente esquecido
Na toalha o vinho derramado
ao chão as migalhas caídas
Enquanto em sua manjedoura, sereno
o menino segue adormecido.
Eis que volta e meia estremece
sorri através de um suspiro
Com que sonha o Deus menino
talvez com a noite passada
Onde toda a euforia
não deixou lugar para o mal
Sonhe, sonhamos
que todo dia é natal
Conquanto só nós sabemos
que isto é apenas uma poesia.

 

Shannon Jensen Photography

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